A PORTA

A VIDA E UMA PORTA ESTA PORTA SO TEM MAÇANETA DE UM LADO INFELISMENTE ESTÁ DO LADO DE FORA QUANDO ENTRAMOS SOMOS OBRIGADO A FECHÁ-LA NÃO HÁ COMO ABRI-LÁ DO LADO DE DENRO É AI QUE COMEÇA O DILEMA É UM COMEÇO DE JORNADA CHEIA DE TÉDIO NESTE CAMINHO SOLITÁRIO NÃO HÁ AMIGOS CAMINHAMOS ROMO AS OUTRAS PORTAS A ESPERANÇA É ABRIR A PRÓXIMA E VER... VER O OUTRO LADA, O LADO DA FELICIDADE PARA A NOSSA FRUSTRAÇÃO NÃO É A ÚLTIMA ABRIMOS A PRÓXIMA... ABRIMOS A PRÓXIMA... E LÁ... LÁ ESTA A OUTRA PORTA COM A MAÇANETA SÓ DE UM LADO NÃO PODEMOS PARAR NÃO HÃ COMO VOLTAR SE REFAZEMOS E LÁ... VOMOS NOS ROMO A OUTRA PORTA E ABRIMOS SE DESESPERARMOS HÁ... OUTRA PORTA OUTRA PORTA COM MAÇANETA DE UM LADO CANSADO E FADIGADO DESANIMAMOS DESANIMAMOS DE ABRIR PORTAS ASSIM SEGUIMOS ABRINDO PORTAS PORTAS COM MAÇANETA DE UM LADO A CAMIHADA NÃO TEM VOLTA TEMOS QUE ABRIR PORTAS ATÉ ACHARMOS ACHARMOS UMA QUE TENHA MAÇANETA MAÇANETA DOS DOIS LADOS... SIGA EM FRENTE ATÉ ACHAR A SAÍDA... M F F

terça 16 abril 2013 12:16


MULTICULTURALISMO

 

M F F a vida a maior arte..........................................................

MULTICULTURALISMO

 

O objetivo geral e a trajetória do currículo começando com as classes sociais e onde o currículo faz o maior efeito. A escola é uma instituição onde o foco principal é desenvolver (um processo) o sujeito socialmente intelectual e/ou seja, o sujeito da educação a explicitar as suas virtudes, considerar a sua realidade em que vive agindo conscientemente.

Vamos pensar como a escola faz um jogo de inclusão e exclusão: ela inclui o sujeito até certo ponto do seu aprendizado (ensino infantil, básico e médio) e deste aprendizado são poucos os que passam para o ensino superior.

É ai que a escola como a segunda instituição social depois da família parece configurar o que freqüenta a escola como sendo sujeito abstrato que só pode ter acesso ao conhecimento básico.

Ora! As pessoas não são abstratas, pois elas fazem à história e/ou seja, são eles seres históricos, fizeram a historia e continuam fazendo historia. Somos "cidadãos concretos, forjados na historia".

A escola faz um papel ideológico capitalista uma separação entre os que são cultos sujeitos concretos.

A relação entre escola e economia é que a escola e um aparelho do Estado que o capitalismo usa para promover a desigualdade econômica e cultural.

Deve - se observar que o que promove a cultura dominante é a classe domina

Mas o que se pode definir cultura, sujeito concreto e abstrato! As diferenças existem somente os dominadores são considerados cultos e intelectuais.

A educação e à base de qualquer sociedade, seja isolada ela ou não. O ponto é que o espaço escolar não é para todos e que existe uma restrição - o espaço escolar nem todos podem ingressar. Quando observamos as cotas para os negros e indígenas temos esta idéia neoliberal.

Ora, se a escola é somente para poucos então como a sociedade vai se libertar do flagelo imposto pela camada dominante. Logo se revela que o espaço social escolar determina um sistema que só vai fazer parte do espaço escolar quem for mais habilidoso para passar nos testes.

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Se a escola divide a sociedade ela tende refletir um espaço desigual.

A escola está hoje no inatismo. Se o espaço escolar é somente para poucos então temos a maior injustiça. Então temos classes sociais diferentes, desiguais socioeconômicos os que dominam e os dominados. Neste sentido a escola não oferece a sociedade pelo menos o direito do sujeito ocupar o seu mundo de saber e o adquirir. A grande desigualdade que se pode ter numa sociedade e quando não se pode freqüentar a escola, para ter uma comunidade mais fraterna, humana, solidária e critica.

Um dos pontos culminante da restrição é que na infra - estrutura a um grande descaso de acesso ao ser humano com suas deficiências especiais. Percebe - se que os problemas são muitos para a inclusão da sociedade na escola é o que comenta Cândido (1994.p.13). Tão graves problemas têm impelido pessoas, nos mais diversos campos científicos, a estudar a crise educacional. O conhecimento que emerge é frágil e incompleto, mas abre portas para refletimos sobre as questões que acossam a educação. 

 

As diferenças existem e é preciso ir um pouco mais fundo se quisermos chegar à raiz daquilo que nós separa. Colocaria a questão nos seguintes termos: quando defendemos o direito das camadas populares à educação, o que estamos entendendo por "camadas populares"? O que entendemos por "direito à educação"? sem dar uma resposta precisa  a estas perguntas, não podemos chegar a um acordo sobre qual é a função da escola, ou em que medida a escola de primeiro grau garante o direito à educação(Arroyo. 1987).

 

Sendo o sujeito e o produto do meio ele pode influenciar o meio, tentar mudar o conceito que somente alguns têm o direito da educação total.

Karl Marx via a sociedade de forma global, (num todo) e/ou composta, varias partes (heterogênea) - política, economia e cultura.

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Classes dominantes - burguesia e dominados proletariados (trabalhadores). A formação da sociedade era pela economia.

Segundo Marx a mudança social seria pela via das classes dominadas - a idéia seria que o homem se constrói pela relação de trabalho.

Ao contrario de Max Weber que via a sociedade como sujeitos em ação - ação social. Sendo ele o processo do ser social, interagindo com outros. - o básico da formação social.

Por outro lado Émilie Durkheim via a sociedade como fato social, entendendo que a sociedade seria um conjunto de fatos que seriam entendidos como "coisa".

Ele faz uma distinção da sociedade em: "solidariedade mecânica e solidariedade orgânica, dependendo os laços que unem os indivíduos".

No capitalismo temos duas classes sociais: os que detêm os meios de produção, os donos dos meios de produção e os trabalhadores. Na visão marxista as classes sociais no sistema de estratificação - homem e natureza homem sempre vão dominar a natureza para o seu beneficio.

O controle da natureza gera o trabalho.

Estes pressupostos implicam: homem, trabalho e natureza.

Como citamos acima o homem fez história e sempre estará na história, ele é a história. Para facilitar a extração da natureza o homem sempre buscou melhores instrumentos para melhor retirar da natureza o seu sustento - ele vai inventar instrumentos para facilitar a sua produtividade. Pois é na natureza que ele vai retirar (recursos) a sua sobrevivência. Estes instrumentos usam energia humana, animal, ou da natureza (água) e a luz. - o homem através destas energias vai proporcionar mais a sua produção. A relação do homem com o homem, como o produto do meio, ele como esta no desejo do outro vai modificar o meio - relação natureza e o homem. A relação do homem com o homem leva - o a viver em sociedade. O meio social de convivência vai levá - los a divisão do trabalho (tarefas). O homem não só vai organizar o trabalho como dividir o trabalho.

A divisão do trabalho e a sua organização vão gerar a propriedade (bens), ou, seja, terras, tecnologia e o financeiro.

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A relação do trabalho resulta em modelo de produção. Na sociedade feudal a relação de trabalho era: o dono do feudo tinha a terra e o vassalo somente a mão de obra. Isso é um fato hoje no mundo capitalista. O sujeito produz, mas não pertence a ele o produto, pertence aos que dominam o produto (empresas).

No capitalismo moderno contemporâneo a ideologia é dominar e ensinar os dominados a serem dominados. A ideologia capitalista usa uma das instituições sociais a "escola" para ensinar a serem excelentes trabalhadores - e não pessoas que pensam que se satisfazem com o mínimo de estrutura social. É interessante observar que o capitalismo coloca as classes sociais dominadas em baixa qualidade de vida para que elas consumam os seus produtos e serviços. Hoje, as pessoas da classe dominada não têm acesso às novas tecnologias por que a ideologia capitalista além de usar a escola em que o sujeito passa a maior partes do tempo nela, sejam dominadas pela própria classe dominada. Somente alguns têm este acesso.

Desta maneira o capitalismo se desenvolve no mundo nações ricas e prósperas que são os paises desenvolvidos. Para Marx o elemento definidor e o homem e seu meio de produção - a aparição do individuo com propriedade e o outro sem propriedade (pequenos e grandes burgueses).

 

Currículo.

 

O que define o currículo é as necessidades do trabalho. A idéia não é profissionalizar os trabalhadores, mas, de alienar ao trabalho - ler, escrever e ser um sujeito solidário com os outros.

A palavra currículo é uma influencia Americana em que a "própria emergência da palavra currículo, no sentido que modernamente atribuímos ao termo, está ligada a preocupações de organização e método".

O currículo nos EUA foi desenvolvido por causa da educação em massa.

A trajetória do currículo começa no século XXI com as fabricas, as escolas é a conseqüência da demanda de mão de obra mais qualificada.

 

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A escola começa com as fabricas, pois antes não tinha o currículo. No começo do século XXI começa o currículo.

 O currículo só existe por conta da "emergência do campo do currículo como campo profissional, especializado, de estudos e pesquisas sobre o currículo".

Antes mesmos daqueles que eram envolvidos em algum tipo de ensino o currículo sempre fez parte do aprendizado. O homem sempre foi construído no desejo do outro (produto do meio) através da dialética - o ser humano é falante.

Hoje no mundo contemporâneo o currículo faz parte de um espaço em que especialistas buscam os melhores métodos de desenvolver.

É fato, que as teorias pedagógicas são metas curriculares.

Comenius "didática magna" é uma das teorias que atravessaram o ensino Ocidental desde o século XVIII até os nossos dias.

No começo do século XX o currículo ganha força com Bobbitt, Tyler e Dewer com um currículo mecânico, cientifico e burocrático nos Estados Unidos.

Para Bobbitt os padrões devem ser como "a educação, tal como a usina de fabricação de aço, é um processo de moldagem".

 

 

CURRICULO PARA O CONTEXTO "FILME NO LIMITE"

 

Queria começar o meu pensamento do currículo fazendo uma reflexão do que é um sujeito dotado de cultura.

O que seria um sujeito culto? O que é cultura? Seria um homem que consiga dominar a sua personalidade. Há uma carta que mais ou menos define o conceito de cultura, fato ocorrido nos EUA com os índios; um acordo de paz.

 

"(...) Nós estamos convencidos, portanto, que os senhores desejam o bem para nós e agradecemos de todo o coração. Mas aqueles que são sábios reconhecem que diferentes nações têm concepção diferente das coisas e, sendo assim, os senhores não ficarão ofendidos ao saber que a vossa idéia de educação não é a mesma que a nossa.

(...) Muitos dos nossos bravos guerreiros foram formados nas escolas do Norte e aprenderam toda a vossa ciência. Mas, quando eles voltaram para nós, eles eram maus corredores, ignorantes da vida da floresta e incapazes de suportarem o frio e a fome. Não sabiam como caçar o veado, matar o inimigo e construir uma cabana, e falavam a nossa língua muito mal. Eles eram, portanto, totalmente inúteis. Não serviam como guerreiros, como caçadores ou como conselheiros. Ficamos extremamente agradecidos pela vossa oferta e, embora não possamos aceitá-la, para mostrar a nossa gratidão oferecemos aos nobres senhores de Virginia que nos enviem alguns dos seus jovens, que lhes ensinaremos tudo o que sabemos e faremos, deles, homens"( Arruda. 1996).

 

Esta carta mostra que a cultura do homem falante, dialético esta baseada na sociedade "hierarquizada, que separa o trabalho humano em atividades intelectuais e manuais...". Em outro pressuposto "o homem" culto "seria aquele que tem instrução, teve acesso à produção intelectual da civilização a que pertence (ciência, filosofia, literatura, artes em geral).

O currículo para o contexto da sociedade do filme "no limite' seria baseado em princípios de uma sociedade sem pré-conceito, solidária e cultural. As pessoas fazem parte de um mundo de seres vivos que são sociais. No filme se observa que a arrogância e o abuso de poder faz uma diferença. Como pode uma sociedade que faz parte do mesmo mundo, que andam nas mesmas ruas, que trabalham e respiram o mesmo ar, tomam a mesma água e que nascem e morrem não se aceitarem".Imaginar um currículo para esta sociedade seria como se o sonho fosse uma planta que crescesse lentamente e nunca morresse. Mas, imaginar, acreditar que se pode mudar sempre deve ser o principio de um educador, imagino.

Para se desenvolver um currículo para a sociedade em que o filme apresenta seria muito difícil para qualquer pedagogo, cientista político, filosofo antropólogo e psicólogo.

A primeira coisa seria a observação dos direitos universais do homem e que o sistema capitalista pelo menos dividisse com os menos favorecidos.

 Pois não tem como ter um currículo sem que as pessoa tenham o básico para viver.

Hoje as crianças nascem sem o básico para sobreviver: sem estrutura de saneamento básico, sem infra-estrutura de moradia e saúde.

O mais grave ainda é que as crianças não têm nem o carinho dos pais.  Segundo a psicologia uma criança de rua não tem o simbólico (pai, mãe).

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O conteúdo desse currículo deveria ter na minha ótica:

  • Aceitação dos grupos sem pré-conceito;
  • Professores capazes de acreditar na mudança;
  • Que a consciência das pessoas mudasse para aceitar o branco, negro, pobre e o rico , que cada um se sentisse cidadão do mundo.
  • Que religiões, credos, modo de se vestir, gastronomia. Japoneses, Africanos, Mexicanos, Iraquianos, freqüentassem os mesmos espaços com harmonia.
  • Que o critério para escolher o conteúdo fosse em primeiro lugar a aceitação do diferente.
  • O maior conteúdo não seria a ciência, mas a quebra do pré-conceito.

 

Respostas das perguntas

 

1.1 O multiculturalísmo e "um movimento legitimo de reivindicação dos grupos", mulheres, negros, e homossexuais que lutam para que a sua cultura seja reconhecida no cenário Nacional dos países do Norte (Leste Europa e EUA).

1.2 Os meios de informação (TV) é um dos veículos de comunicação de massa que foca e divulga os grupos culturais nos paises do Norte - a poderosa CNN faz este papel muito bem divulgando a "diversidade cultural é, aqui, fabricada por um dos mais poderosos instrumentos de homogeneização". "As principais vertentes do multiculturalismo", são os grupos organizados com suas diferentes culturas (liberal e humanista), respeito, tolerância pela relação social. É através dela que os grupos se unem é tentam fazer calar o preconceito.

1.3 "As principais criticas feitas ao multiculturalismo" é o chamado "pós-estruturalista e o materialista" - primeiro processo lingüístico e o discurso na visão; o contexto; discurso que foca a diferença. As diferenças culturais é um resultado "é uma característica natural: não se pode ser diferente".

 

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a) O filme No Limite (CRASH) tem diferentes culturas: Chineses, Mexicanos, Iraquianos, Americanos, Brancos, Negros, Intelectuais, Trabalhadores.

b) As relações entre as culturas são tensas e humilhantes; um exemplo é quando o policial Americano aborda o casal de negros e humilha a mulher com o assedio sexual. Outro exemplo do filme é quando o promotor na rua vê dois jovens negros e sua mulher presume algo e realmente são assaltados com mão armada e é levado seu veiculo.  O detetive negro é obrigado a ouvir palavras de preconceito contra os negros e é obrigado a inocentar um branco.

C) Somos todos iguais, o ser humano tem seus direitos e deveres perante a sociedade, deveria ser assim: o homem ser cidadão do mundo em quaisquer pais. Pois o homem somente passa por este mundo sem levar fama ou bens matérias. Infelizmente somo o produto do meio, mas que podemos modificar o meio através da cidadania e aceitar o diferente.

d) O filme apresenta dois tipos de pessoas "vilões e heróis". Os está relacionado com o detetive negro que tenta cumprir a lei, que aceita os brancos como pessoa. O segundo é quando a mulher é assediada e tenta protestar contra as atitudes do policial que usa o poder para molesta - lá. Herói os negros vilões o policial e o promotor de justiça e a corregedoria para defender o policial que matou o outro policial negro.

 

2.1 O que é o sexo? Pelo dicionário poderíamos dizer que sexo é: "Diferença física, condição orgânica que distingue o macho da fêmea, aparelho genital masculino ou feminino" (Dicionário Brasileiro Globo). Sexo é a identificação "dos aspectos estritamente biológico da identidade sexual".

2.2 O gênero "refere-se aos aspectos socialmente construídos do processo de identificação sexual". Considera-se uma separação de identidade (heterossexual e homossexual).

2.3 A desigualdade entre mulheres e homens ocorre pela educação e pelo currículo. Pois as mulheres não tinham acesso à escola por motivos de preconceito e machismo cultural.

 

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 O exemplo do currículo para os homens era um - o curso de bacharelado de teologia era só para os homens - as mulheres só tinham curso para ser donas de casa. Isso mudou com o pós-guerra.

2.4 A afirmação "o currículo existente e claramente masculino", pois o conhecimento da cosmo visão do ensino é totalmente masculino e não feminino, ou seja, o currículo separa o que conhece do conhecimento (sujeito) que vai obter o saber. E um individualismo fazendo um elo entre o conhecido e o que vai conhecer. Há um desequilíbrio neste currículo tradicional que somente o masculino tem o conhecimento.

2.5 A proposta da pedagogia feminista e desenvolvida em curso que conota o currículo que envolva temas que estão ligados a estudos femininos dedicando poucos espaça as outras pedagogias.

 

3.1 O conceito de raça se caracteriza em traços físicos como: cor de pele, traços dos olhos etc. Já o termo etnia como a cultura, religião, modo de vida e língua etc.

3.2 E bom observar, que segundo o texto o termo raça não se prova com a genética (moderna) encontrou traços para a definição.

3.3 O currículo é racial, pois os colonizadores dividiam os brancos como livres e negros como escravos. o que se observa no texto é que o currículo é racial e não só por ele, mas pela historia que deixou marcas que configuraram etnias e raças.

 

4.1 O que se observa no texto é que o pós-modernismo e um movimento que proclama uma nova configuração intelectual. O seu campo de atuação e na política, estético e epistemológico. O que também determina o pós-modernismo é a renascença e iluminismo. O questionamento desses pressupostos é que a partir do iluminismo (social, político) que a modernidade questiona.

4.2 Hoje o pós-modernismo é criticado por sociólogos e vários ramas da sociedade dominada. O questionamento é o "racionalismo" que levou a uma sociedade" totalitária burocrática" que configurou um sociedade oprimida. O ponto da critica é "razão" que contribui para as mazelas da sociedade.

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A ciência e a tecnologia no contexto da natureza, da biodiversidade causaram devastação sem precedentes, em que o mais prejudicado é o homem. O controle da natureza e os recursos sustentáveis estão se esgotando - não trazendo benefícios para a sociedade dominada.

4.3 O pós-modernismo traz uma ideologia que "O sujeito não é o centro da ação social. Ele não pensa, fala e produz: ele é pensado, falado e produzido". Neste foco o currículo e pensado pela classe dominante e ensinado para a classe dominada através da escola. Para o pós-modernismo o ser é um elemento abstrato e não concreto - abstrato por que existe para ser dominado. O currículo está centrado no ensino da cultura alta e o ensino que mantêm a cultura vassala.

 

 

 

RREFERÊNCIAS

 

GOMES, Alberto Cândido. A educação em perspectiva sociológica. 3 ed. São Paulo:EPU,1994.

FERREIRA, R. M.sociologia da educação. São Paulo. Moderna. 1993.

Bibliografia

ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. Filosofia da educação. 2. ed. Moderna. São Paulo: 1996.

quinta 04 agosto 2011 20:28


A VIDA A VERDADEIRA ARTE

A CORDA DÁ A VIDA PUXANDO UM BALDE DE ÁGUA AO SEDENTO A CORDA TIRA A VIDA ALIAS! ACORDA ME ACORDA DA MINHA LOUCURA NÃO QUERO ME ACORDAR E LEMBRAR DA CORDA EU QUERO ACORDAR E LEMBRAR DO SONHO...SONHO...DA VIDA VIVO OCUPADO! DE MIM MESMO! SEM PERCEBER QUE EXISTE O MEU PRÓXIMO OCUPADO DO MEU EGOISMO E DA MINHA IPOCRESIA POR ISTO QUE NÃO COMPRIENDO O MEU SEMELHANTE! DELE ME AFASTO NÃO ME INTERESSA O MOTIVO SERIA QUE... EU TENHO MEDO...MEDO DE SABER O QUE EU...SOU... MESMO EU NÃO ME PERCEBO... VIVO... COMO UMA ESTRELA APAGADA NO UNIVERSO DA MINHA ELUSÃO... GRAVITANDO NO ESPAÇO VAZIO DA VIDA PERCBER O MEU PRÓXIMO SERIA EU MERGULAHAR NO OCEANO DA TRISTEZA E DA SOLIDÃO POIS O MEU SEMELHANTE VIVE TÃO OCUPADO DE SI QUE ELE NÃO SE IMPORTA COM O OUTRO CONHECER O PRÓXIMO É UMA TAREFA ARDUA QUE SOMENTE OS ELUMINADOS SÃO CAPAZES SOMENTE OS SENSIVEIS SE ARISCARIAM... ...CONHESCER O PRÓXIMO SIGNIFICA CONHECER A VIDA...

domingo 14 agosto 2011 12:47


FUNDAMENTOS DA PSICOLOGIA

FUNDAMENTOS DA PSICOLOGIA DO APRENDIZADO M FF INTRODUÇÃO O estudo em foco é fruto de aulas feitas pelo psicólogo e professor Salézio. Ao longo deste trabalho será focado os “Fundamentos Psicológicos da Educação”. Por outro lado, julgamos necessária a apresentação mais ampla sobre as correntes da psicologia na educação. O objetivo geral é apresentar algumas correntes da psicologia da educação A psicologia tem sido uma das ferramentas mais sofisticadas do especialista em educação no século XXI. A disciplina da psicologia da educação geralmente é acompanhada com a biologia, a sociologia, a história e a filosofia. Os fundamentos da psicologia são baseados na filosofia onde o objeto do estudo é o ser humano – mas, os animais também são usados para o estudo para uma maior compreensão do ser humano. O homem através da psicologia procura se conhecer. Os fundamentos da psicologia em educação fazem parte das “bases da formação Profissional”. Para o pedagogo buscar uma gestão e docência mais eficaz e harmoniosa no campo da educação ele precisa não só conhecer as correntes da psicologia, mas, usá-las para prever o comportamento do educando. _____________________ Os educadores buscam as fundamentações e contribuições básicas necessárias na psicologia da educação, ou seja, como o sujeito aprende, sendo ele o produto da educação. No geral “a psicologia e o meio do homem se conhecer”. O que se pretende é apresentar três correntes da psicologia da educação como, por exemplo: • Racionalismo (inatismo), afirma que o homem nasce pronto, e/ou o saber e inato, (tradicionalismo, esta é a visão de educação para o inatismo). Para o comportamentalismo alienação o saber humano e condicionado pelo meio onde vive. A abordagem inatista (também conhecida como apriotista ou nativista), inspirada nas promessas da filosofia racionalista e idealista 2, se baseia na cresça de que as capacidades básicas de cada ser humano (personalidade, potencial, valores, comportamentos, formas de pensar e conhecer são inatas, ou seja, já se encontram praticamente prontas no momento do nascimento ou potencialmente determinadas e na dependência do amadurecimento para se manifestar) Tereza (1995). • Na visão fenomenológica o homem é construído pelo outro, numa relação social de trabalho. • O homem com a sua inteligência mudou o meio e é modificado pelo meio. • As estruturas do desenvolvimento infantil. Palavras-chave: Inatismo – Positivismo – Fenomenologia. ______________________________________ 2 É na obra do francês René Descartes (1596-1650), considerado pai do racionalismo moderno e nos filósofos que nele se inspiraram: Malebranche (1646-1715), Espinoza (1632-1677), Leibniz (1646-1715) e Wolff (1679-1754), que identificamos as principais formulações racionalistas. Inatismo O inatismo parte da concepção que o homem ao nascer já tem capacidades básicas de personalidade. Segundo Davidoff (2001) o recém-nascido (bêbe) “exibem ampla gama de capacidade sensoriais”. O sujeito nasce pronto com todos os aparelhos: o respiratório e visão. Hoje no mundo moderno o avanço na medicina através da tecnologia (ecografia) pode-se observar uma gravidez de um bêbe de oito semanas que já desenvolveu o cérebro. O ser humano ao nascer traz consigo os instrumentos que precisa para garantir a sua sobrevivência. Por isto que o homem é um ser que nasce pronto, mas precisa ser humanizado (Salézio 2006). A citação acima do professor Salézio o homem nasce pronto com todos os instrumentos para a sua sobrevivência e a sua socialização, ou seja, o ser humano não se constrói sozinho, mas no desejo do outro, na dialética do ambiente da família. A teologia foi é o estudo que representa o inatismo. Para o racionalismo onde acaba a lógica, começa a fé, onde acaba a inteligência, usa-se a força, quando acaba o argumento, começa a ignorância – quando acaba o conhecimento do homem ele se torna ignorante. Para o racionalismo tudo que é lógico não cai em contradição. Os jesuítas trouxeram esta idéia de ser superior (meta físico) além do físico – o imaterial. Pois tudo que é imaterial é imperceptível, concebido – Deus é imaterial, ele é concebida pela mente – meta física. O racionalismo não altera o ensino pedagógico – limitando o aprendizado do individuo, não amplia o conhecimento. Se a escola é um local de aprendizagem na visão racionalista a prática pedagógica está formatado encaixotada. A escola exerce um modelo social que molda o sujeito na sua personalidade e a transmissão da cultura. Neste aspecto a escola tem o papel de transmitir o conhecimento – moral e intelectual para que o sujeito do objeto do ensino venha, a saber. O mundo foi feito do nada por um ser superior. O racionalismo descobriu a: razão, inteligência e o poder. A visão de mundo superior, ou seja, o mundo seguido do nada por um poder superior. A dualidade do homem, corpo e alma – metafísica não são percebidas pelo sentido. Ele é um produto da inteligência humana. O corpo físico, matéria percebido pelos sentidos.O que se observa é que o racionalismo dividiu o homem em dois. Para o racionalismo a inteligência é inata - ser bom é capacidade. A inteligência é privilegio de poucos, daqueles que nascem com alguma vocação – o saber é revelado. Ser bom é determinado por Deus. Hoje a escola esta no inatismo, ou seja, a pratica pedagógica identifica o aluno pelo seu intelecto, por sua capacidade.Para o inatismo o sujeito o produto do ensino o (homem) é subordinado a sua capacidade de buscar por si mesmo o conhecimento. O aprendizado é um dom de Deus, vocação, não é por vontade do sujeito, mas por don, vocação.O que se observa é que todo o desempenho do aluno no espaço escolar não depende do sistema publico, mas da criança que tiver aptidão para aprender. O racionalismo nesta visão tradicional o trabalho didático tem pouco valor, pois o que interessa é a realidade social. O professor é o transmissor do conhecimento e o aluno somente recebe passivamente – não pode questionar. Positivismo Na visão positivista só é verdade o que pode ser provado em laboratório (empírico) o que é percebido o que é cientifico – conceito de verdade. A palavra ciência foi criada pelo positivismo.Nesta visão o que pode ser medido atestado, mensurado. O que fundamenta o positivismo são as ciências, ao contrario do racionalismo que se fundamenta na meta física. Para o behaviorismo (positivismo) a inteligência é uma operação cerebral que começa com a percepção através dos sentidos é vai S-N-C onde o que é percebido e codificado ou decodificado pelo cérebro“Tudo que esta na mente passa pelos sentidos”. “O positivismo diz que somos o produto do meio”.Somos condicionados pelo meio em que vivemos. Uma criança no seu primeiro dia de aula codifica a palavra bola, registra na mente. O cérebro tem duas funções importantes: captar o mundo externo – pois é pelos sentidos, olhar, ouvir que codifica no cérebro e decodifica expressando, reconhece e decodifica e registra. Portanto codifica e decodifica. A decodificação é uma operação mental – função básica do cérebro é captar, reconhecer, emite e auto regulariza. Tudo que sabemos e conhecemos (educação), são estímulos. O nosso cérebro é estimulado para dar respostas – o cérebro capta uma percepção e emite a resposta.Nesta visão todo o organismo vivo que for estimulado vai emitir uma resposta. Os homens e os animais têm forma distinta de comportamentos. Ou seja, algum organismo interno ou externo reage conforme os estímulos. Este conflito comportamental tem seu extinto de objeto, amadurecimento, interpretação, resposta, conseqüência reação ao obstáculo. Se eu tenho um comportamento negativo, qual é a razão deste acontecimento? “Pois todo o comportamento tem uma causa, se tem uma causa, então a um equilíbrio, ou desequilíbrio”.O mecanismo do nosso comportamento se faz de modo distinto. Gestalt As observações acima leva-nos a fazer uma introdução da Gestalt. Gestaltistas em pontos culminantes do estudo cientifico da psicologia, elas se coadunam em certas teorias cientificas no mundo do comportamento. Ela critica que o comportamento não veta nem consolida seu significado. Pois os estímulos ficam fora do estudo global da percepção. A matéria da simetria entra de forma coesa com esta forma de fazer psicologia, dentro do campo de pontos que envolvem os “objetos’”. É nesta forma que esta escola se abaliza pára definir o comportamento humano. A percepção humana ele varia muitas vezes de varias formas. Ex: “Quando estamos andando em uma rua indo ao trabalho pela hora matutina, temos contacto com a serração, vemos ao horizonte uma pessoa que vem ao nosso encontro, não sabemos se é um assaltante, um negro, um branco, mas sabemos que é uma pessoa. O comportamento humano tem para esta escola o mundo geográfico em vários ângulos da percepção humana”. A boa forma que a psicologia busca neste tipo de estudo cientifico funciona como base figurativa. Os elementos têm dois campos estudados: “O objeto que esta próxima e, o que é semelhante”. Pois o corpo esta envolvida no todo. Os fenômenos que esta escola nós apresenta no parágrafo do refrigerante. EX: “ Meu filho tem quatro anos ele não sabe ler, mas sabe disser o nome de muitos objetos. Como marcas de ( eletroeletrônico)”. Conceito psicosocial, ou seja, o clã do sujeito revela um mundo coeso e humano na suas várias formas de sobrevivências. O seu ambiente tem respostas que procuram resolver todos as dificuldades que uma sociedade possa achar, buscando seu melhor modo de vida. Na forma de conjunto do homem moderno da sua polis “o homem no centro da polis, o homem na política psicosocial”. Fenomenologia Para a fenomenologia o homem é construído nas relações sociais de trabalho. O sujeito é construído na interação com o meio. A preocupação da fenomenologia é a pergunta? Por quê será? Os princípios: do construtivismo “o ser humano é construído no desejo do outro e na linguagem”, e/ou seja, são três os princípios do construtivismo: • Linguagem a propriedade da inteligência, na psicologia tudo que expressa movimento é linguagem. Pois o homem só se socializa na linguagem do outro, pois a linguagem é psicomotora e é a resposta social simbólica. O choro é uma linguagem, e/u seja, a linguagem começa com o choro. A linguagem é primitiva, a criança se expressa pelo choro. • O vinculo é fundamental para o aprendizado, o fazer no desejo do outro.O aprendizado sem vinculo não existe.Só há vinculo se houver intencionalidade.O vinculo começa quando o bêbe está mamando no seio da mãe até mais ou menos aos seis meses. A mãe é que faz o processo de suprir(a fome do bêbe) pelo seio é o que gera o vinculo. Quando a criança chora por alguma necessidade (fome, frio ou alguma dor) ela vai representar, decifrar o choro da criança – expressando o que ela quer. E no narcismo que a criança vai ter segurança, e/ou na relação especular (espelho) – ocorre sempre entre duas pessoas (mãe e filho). O narcismo é uma construção psíquica que se encontra no individuo. Segundo Salézio (2007) o “ser humano nasce pronto e não acabado” Na fenomenologia o homem é um ser falante, expressa a sua linguagem pelo choro, gestos e a fala. Portanto somos construídos pelo desejo do outro através da linguagem. “O ser humano é o desejo do outro e se constrói através da linguagem”. Quando um bêbe não é desejado pelos pais certamente será um menino de rua – o menino de rua não faz o simbólico (mãe e o pai), pois não foi desejado, não teve a dinâmica da família. Todo o ser humano se constrói pelo desejo do outro – o vinculo é o lugar no desejo do outro – me ver no desejo do outro; o namoro é o lugar no desejo do outro. É o desejo que vai construir o significante, vai representar a coisa perdida. Nosso consciente, segundo Freud é formado pelos nossos desejos reprimidos. Por isto para entender o ser humano e preciso conhecer o seu histórico. É na história que encontramos as respostas para o nosso desejos inconsciente, ou seja desejos reprimidos, de acordo com a psicanálise de Freud. Portanto, se o homem e um ser construído, isto acontece historicamente no desejo do outro. Fundamentados nesta visão, de que o homem se constrói no desejo do outro, a pedagogia não pode desconhecer o corpo formado da relação professor – aluno no processo de ensino e aprendizagem. A verdadeira didática é aquela que tem a demanda – procura e a oferta – como motivação para a aprendizagem. A dinâmica da demanda é a falta, isto significa dizer que a equilibração gerada pela falta – conforme afirma Piaget “é a razão da busca pelo aprendizado”. A falta não é outra coisa se não a representação da coisa perdida – e/ou o simbólico daquilo que foi perdido. O desejo ao ser nominado pelo outro se torna o significante. Só mediante este processo e que podemos afirmar que realmente houve aprendizado. A avaliação do que foi aprendido se dá na mudança do comportamento. O que significa dizer que “quem aprende formou o narcismo” (Salézio A. Prado. 2007). Bibliografia DAVIDOFF, Linda L. Introdução a psicologia. 3 ed. São Paulo. Pearson Makron Books. 2001. SKINNER ROGERS. Maneiras constratantes de encarar a educação. 3 ed. São Paulo. Summus. 1978. PEREIRA, Salézio. Psicologia na escola. Desenvolvimento do saber humano. Fonte na pasta da disciplina. 2007. REGO, Tereza Cristina. Uma perspectiva histórico-cultural da educação. Petrópolis. Vozes. 1995. .

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QUEM É DEUS?

2. CONHECER DEUS (cp. 3). Quem é Deus? Quem criou Deus? Com eu sinto Deus na minha vida? São perguntas que sempre fizeram soar em todos os povos da terra. A revelação de Deus em nossa vida ela se mostra quando temos a certeza que a fé em Javé está em nossa vida diária. “Uma vez que tanto judeu como cristãos entendem que pela fé se crê na Bíblia como revelação daquele que de outra maneira no mundo seria o Deus desconhecido...”. Quando temos em conta que o homem ele é criatura feita por um Deus que conhece tudo tanto no universo como na terra. Conhecer Deus “Deus sabe tudo a nosso respeito” (Sl: 139.1 – 18). Deus no AT é conhecido de forma bem simples, pois os que confiaram em Javé tinham certeza que Ele existia, pois revelava – se ao homem mortal (teofania). Conclui-se que o Israel do AT aceitava Javé por estes fatores de revelação. Quando a ordem natural da criação dos cosmos e que o ar que respiramos faz a ligação entre o que deus criou e o que o homem necessita para viver. Neste caso lógico Deus se torna o centro do sentimento humano – Deus pela sua grande criação da fauna e flora. O AT nos da uma idéia o quanto deus quer se revelar ao homem, Ex: 6.3; Nm: 12.6 – 8; Sl: 103.7; Ez: 205. Os verbos em hebraico que da – nós a idéia central da revelação de Deus são: Yãde conhecer; rã`ã ver; dãbar falar; então se tem idéia do Senhor eterno. Na Tora o Eterno tem cognato de um Deus revelado, conhecido, amado e admirado pelo seu povo Israel. “A palavra gãlã é usada em referencia a uma época em que Samuel não conhecia o senhor”.Porém Samuel ainda não conhecia o senhor, e ainda não lhe tinha sido manifestada a palavra do senhor “(ISm: 3.7). Conhecer a Deus e uma idéia constante no AT yd, ou seja, conhecer a Deus e entender pela fé e pela razão. Então conhecer Deus e obedecer os seus princípios. Conhecer a Deus e ter comunhão com Ele em nosso intimo. O nosso arrependimento de nossos erros faz – nos reconhecer que somos dependentes do seu amor e misericórdia. Deus é amor nEle não a engano nem injustiça, pois o seu maior desejo é abençoar o homem. Deus se revela de varias formas no AT em teofania e epifania, ou seja, as aparições Gn: 15. – 21; 17. 1- 21.Essas aparições vão desde as visitas de deus em casas lugares, como em manifestação na natureza; em visões e sonhos. Outro fator de revelação está na historia, pois e natural onde tem vida ali haverá uma historia. Deus se faz conhecer através da sua palavra passada através da oratória. O meio mais determinante e o logos, pois através da sua palavra Ele se da a revelar ao homem. Outro fator de conhecer o verdadeiro Deus e ter a fé que recebemos em nosso coração. 2.1 O NOME DE DEUS Saber e conhecer o verdadeiro nome de Deus, implica dialética cultural da fala. A historia nós revela, os povos que tinham uma idéia da palavra que conota um deus. O nome de uma divindade para os primitivos dava a conotação de essência. Para Israel era necessário evocar o nome de Deus para ser abençoado. O nome Javé era muito especial e poderoso para Israel. O nome Javé e muito antigo mais que o nome de Moisés segundo alguns exegetas. O nome sugere que outros povos já conheciam este nome. O nome Javé aparece mais de 6.700 vezes no AT e Elohim mais de 2.500 vezes. As consoantes YHWH e as vogais ãdonay criando assim a palavra Jeová que nenhum judeu pronuncia. 3 E VÓS SEREI O MEU POVO(cp.4) Este capitulo demonstra a idéia de eleição daqueles que reconhece o verdadeiro Deus. Os exegetas deste capitulo nós mostram a eleição de Israel no plano de Javé. Esta eleição esta explicita pela eleição e pela aliança que deus fez com o seu servo Moisés. A teologia do AT nós mostra a escolha de um povo exclusivo. A palavra hb bãrar tem a conotação de escolha por parte de Deus que elege a Israel como o caminho da salvação dos que o querem conhecer e ser salvo. O maior sistema que Deus demonstra e o centrípeto, o que vem para dentro. Deus usou Israel para atrair os povos para serem salvos. A grande idéia que se revela no At e que Deus transcende no cósmico, ou seja, no universo, Ele é Deus dentro e fora do universo. O homem não tem como se omitir, ele tem que reconhecer Deus como senhor de sua vida. A eleição vem com o chamamento de Moisés com a promessa que deus faz a ele. Depois com o Êxodo que mostra a posse da terra em que o povo sai do Egito e vai rumo ao Sinai. A eleição tem conotação nas raízes das palavras hb bãhar “escolher” Ne: 9.7; Dt: 4.37. Israel e o povo especial diante dos seus olhos. A palavra hb bêrit significa eleição ou acordo. Este termo dava a idéia de acordo com os indivíduos, pois o mais forte tinha a tutela do mais fraco – ou um acordo entre as pessoas. Temos no AT as alianças que Deus fez com os patriarcas. O bêrit com Noé aparece pela primeira vez em Gn:6.18. O bêrit com Adão que não está explicito, mas que conota a aliança com deus lá no Éden. A aliança que Deus estabelece com Arão tem conotação bem diferenciada, a palavra hb hãqim “estabelecer”. Deus estabelece uma aliança perpetua entre Abrão que culmina com todos os que aceitarem a Nova aliança que e Jesus morto e ressuscitado. As promessas que Deus fez a Abrão reflete naqueles que aceitarem os seus mandamentos. CONCLUSÃO A teologia do AT revela o plano de salvação que Deus projetou para o homem em seu estado de pecado. Deus está interessado no bem humano, e não no seu sofrimento. Pois desde a criação do universo e do projeto de colocar o homem num lugar de alegria e paz, surge a maior tragédia que ocorreu, o homem desobedeceu a Deus. A teologia ela é a mais fascinante dentre as outras que existem. Ela mostra que o homem tem o amor de Deus sob a misericórdia que é um dos atributos de Deus. REFERÊNCIA SMITH, Ralph. Teologia do Antigo testamento: história, método e mensagem. São Paulo:Vida Nova,2001..

segunda 05 setembro 2011 21:08


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